Território brasileiro e a relação do Brasil com a economia global


Este trabalho fala sobre o território brasileiro e a relação do Brasil com a economia global.

Nele se encontra como foi à formação do território brasileiro, a formação das fronteiras brasileiras, a mudança do território em arquipélago para continente e também como era e como está a economia do nosso país, em relação ao mundo.
Cada subtítulo explica resumidamente um determinado tema.



Veja esses temas a seguir:

Formação do território brasileiro

Durante todo o século XVI, a ocupação portuguesa no Brasil colônia teve um caráter periférico, litorâneo. As poucas cidades e vilas do período, assim como todas as áreas agrícolas, estão nas proximidades do oceano Atlântico, a via de comunicação com a metrópole.

Durante os séculos XVII e XVIII, ocorreu um maior povoamento do interior, com as bandeiras, a mineração, a penetração pelo vale do rio Amazonas e a expansão da pecuária no Vale do São Francisco e no sertão do Nordeste. Mas a maioria da população continuou próxima ao litoral, ocorrendo de fato à formação de "ilhas" de povoamento no interior. Algumas dessas "ilhas" duraram pouco tempo, esvaziando-se depois - como ocorreu na região das minas após o esgotamento das jazidas de ouro e diamantes.

No início do século XIX, na época da Independência (1822), a área do território brasileiro já se e aproximava do tamanho atual, faltando apenas alguns acertos que ocorreram no século XIX e início do século XX, no sul, com o Uruguai e o Paraguai, e no norte e oeste, com a Bolívia, o Peru e a Guiana Francesa.




Formação das fronteiras brasileiras

Os limites e as fronteiras brasileiras foram se alterando ao longo do tempo, além dos domínios territoriais portugueses e espanhóis, causando a ampliação do território brasileiro.

A expansão das fronteiras do Brasil teve mais de diplomacia do que de conflitos. Sendo o barão do Rio Branco um grande nome que conseguiu resolver muitos problemas fronteiriços apenas por vias diplomáticas. Principalmente aqueles problemas pendentes nos primeiros anos do século XX, como: Brasil e Colômbia, tratado de Bogotá em 1907 e tratado do Rio de Janeiro em 1928 e a livre navegação pelos rios da bacia do Prata com o Paraguai.

Nossas fronteiras foram definidas com base nas características naturais da paisagem, como rios e lagos, ou em acidentes topográficos, como montanhas, serras e picos elevados. Somente nos lugares em que não havia possibilidade de se aplicar esse recurso demarcatório é que foram utilizadas as linhas geodésicas (a mais curta distância entre dois pontos terrestres), que correspondem às linhas traçadas no terreno tendo como referências as coordenadas geográficas: paralelos e meridianos.

Os definidores das fronteiras brasileiras são: rios = 50%; serras = 25%; lagos = 5%; linhas geodésicas = 20%.


Território brasileiro, do arquipélago ao continente

O território do Brasil durante esses mais de 500 anos de formação passou por várias mudanças.

No inicio da economia colonial e até o século 19 outras regiões eram responsáveis pela geração da economia brasileira. Inicialmente a Região Sudeste no cultivo da cana, principal economia desde o início da colonização, a exploração de ouro e pedras preciosas no interior dos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a exploração da Borracha na Região Norte, quando Manaus e Belém eram as duas cidades mais importantes no contexto nacional, depois a cultura do Café na Região Sudeste, esta sendo uma das responsáveis pelo processo de industrialização desta Região e o consequente desenvolvimento. Falando em ilhas de desenvolvimento não pode ficar de fora a importância da Zona Franca de Manaus.

O Brasil começa a sair de uma condição de arquipélago econômico para um continente, quando na década de 1950 é construído Brasília e a interiorização do Brasil se intensifica com a abertura de grandes estradas, avanço das fronteiras agrícolas, e a geração de renda vai aos pouco se espalhando pelo país, apesar, ainda, das diferenças como no caso da Região Sudeste.


Brasil e a economia global: mercados internacionais

A inflação era um dos obstáculos ao desenvolvimento, os investidores não se sentiam animados a arriscar seus capitais numa economia tão inconstante.

A Implantação do Real, a queda da inflação, a abertura comercial, o setor de informática mais liberal, as negociações da dívida, privatizações, e o tratado de Assunção que criou o MERCOSUL em 1991, viabilizaram as condições necessárias para o Brasil passar a fazer parte mais efetiva do mercado internacional.

O Brasil é membro de diversas organizações econômicas, como o MERCOSUL, a UNASUL, o G8+5, o G20 e o Grupo de Cairns.

Ele saiu de uma balança deficitária, passando a ter superávits importantes e constantes, atraindo investimentos estrangeiros e a geração de empregos aumentou.

No nosso país precisamos destacar o desenvolvimento educacional, com a educação básica acessível a toda a população. Falta qualidade ainda, mas já é um grande passo para um país que passa por um enorme desenvolvimento, com um PIB praticamente na 6ª posição mundial.

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